quarta-feira, 23 de abril de 2014

Rastros no céu de Rio Claro podem esconder ameaça química


Diferença entre trilhas químicas e trilhas de condensação
Os adeptos da teoria indicam claras diferenças entre as trilhas químicas e as trilhas de condesação (essas seriam comuns e formadas pelo calor das turbinas na atmosfera gelada). Alguns artigos alertam que as aeronaves mais modernas já contam com sistemas em seus motores que impediriam a formação do vapor resultante da condensação.
Além das trilhas, nossa equipe registrou outra aeronave, que aparentava estar próxima ao primeiro avião. Em nota, a Assessoria de Imprensa da FAB declarou: "devido à excelente visibilidade e contraste que a condição metereológica do momento proporcionou, há a impressão de proximidade em linha de visada, o que não ocorre de fato, devido à defasagem em altitude, de acordo com as regras de tráfego aéreo previstas". A nota também diz que, assim como em uma estrada, podem ocorrer ilusões de ótica ao observar-se aerovias.
Já para o estudioso catarinense, a presença de outra aeronave nas imagens não surpreende. "Eles sempre atacam em bando, pois uma trilha só, pode parecer pouco, mas muitas trilhas juntas formam nuvens artificiais que despejam os agentes tóxicos", argumenta.
O Engenheiro Aeronáutico Lourenço Campos, formado pela UNITAU, diz que a formação de trilhas de condensação (as que não são tóxicas) ainda existe. "Isso ainda é realidade nas aeronaves modernas, pois trata-se de um processo físico". Entretanto, Campos não pôde garantir que a fumaça registrada nas fotos seja formada por trilhas de condensação. "Me estranha o fato de, aparentemente, a fumaça não estar saindo das turbinas", salientou.
Com toda a polêmica criada pelas teorias sobre as trilhas, até a Força Aérea Americana se posicionou. "Essa teoria é um embuste que tem sido investigado e refutado por muitas universidades credenciadas, organizações científicas e publicações de mídia", declarou o órgão do governo americano.
Já para o catarinense Oberon, esse seria só o início de uma série de eventos de ordem global. "Estudo a geoengenharia desde 2011, quando começaram os ataques no Brasil, e posso afirmar que existe muita coisa por detrás disso. É só a ponta do iceberg", alerta.

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