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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Graças à Copa, o Brasil está melhorando


Graças à Copa, o Brasil está melhorando, e isso ninguém tem coragem de dizer! Sigam-me no meu raciocínio: tem feriado  todo dia, todo mundo parou de trabalhar no governo, o trânsito anda uma beleza, a polícia só está batendo nos chilenos e até os assaltantes resolveram tirar férias pra assistir à Copa. Já estou aqui em Brasília e estacionei meu Dodge Dart 73, enferrujado, na porta da Arena Zé Mané Garrincha. O bilionário estádio foi assim batizado não em homenagem ao grande Garrincha, mas em honra ao Zé Mané, o torcedor contribuinte, que pagou esta obra superfaturada PATRÃO FIFA. 

Bola da VEJA: como VEJA mostra a Copa do Mundo

A grande discussão aqui na capital federal é o que vai ser feito com o enorme e luxuoso estádio de futebol depois que a Copa acabar. Como em Brasília não se pratica muito o futebol (o esporte local é a roubalheira), minha sugestão é transformar o Mané Garrincha em presídio após o Mundial. E depois trancar lá dentro todos os políticos, empreiteiros, lobistas e funcionários públicos que meteram a mão nas verbas da Copa. O problema é que não ia ter vaga pra todo mundo. E a Papuda (que é uma penitenciária Padrão FIFA) já está lotada de mensaleiros do PT (Partido da Tranca). Enquanto membro da imprensa golpista de direita da elite branca, fui prestar solidariedade à presidenta Dilma Roskoff, que ainda está entalada com os xingamentos chulos, de baixo calão, que recebeu da torcida no Itaquerão. Indignada com os apupos, Dilma se trancou no palácio com sua amiga, a presidenta da Petrobras, “Graça” Foster. Palácio do Jaburu, é claro.
Dilma me confessou que não sabe se vai ao jogo, com medo de ser vaiada. Sugeri então à Angela Merkel brasileira ir ao estádio disfarçada de mulher. Como se fosse o cartunista Laerte. Assim, travestida, no meio do povão da elite, Dilma ia poder lavar a alma, xingando o Renan, o Collor, o Michel Temer, o Gilberto Cascalho e todas as outras autoridades que estivessem presentes. 

fonte : http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/o-palhaco-da-alvorada

sexta-feira, 20 de junho de 2014

OS CHILENOS NÃO PODERÃO SER DEPORTADOS , DE ACORDO COM A LEI DA COPA


Jorge Béja
Os torcedores chilenos presos (ou detidos) ontem no Maracanã não podem ser deportados, ou seja, mandados de volta para o Chile. Fala-se que são 88. Não importa quantos sejam. Se o governo brasileiro decidir deportá-los, cometerá ato desumano e prepotente, muito mais grave e lancinante do que ilegal.
O Brasil sedia uma Copa do Mundo de Futebol, certame que pertence à FIFA. Os estádios foram construídos com o dinheirodo povo para a FIFA. O lucro é da FIFA. Quem dá as ordens é a FIFA. As cidades-capitais do Brasil são apenas sedes. Ainda assim, somos anfitriões. Sem poder de comando, sem autoridade e mesmo inferiorizados e subservientes,  o Brasil não deixa de ser o anfitrião.
O ESTATUTO DO ESTRANGEIRO
Esses chilenos só poderiam ser deportados se a entrada deles no Brasil tivesse sido irregular, conforme dispõe o Artigo 57 do Estatuto do Estrangeiro (Lei 6815, de 19.8.1980). E irregular não foi. Eles não são criminosos, não são bandidos, não são nocivos e nem oferecem perigo à segurança nacional e do povo brasileiros. São torcedores de seu país que, no afã de assistirem ao jogo de ontem, no Maracanã, erraram. E erraram feio. Mas erro compreensível.
Não corromperam. Não subornaram. Não receberam propina. Não praticaram malversação dos dinheiros públicos. Não furtaram. Não roubaram. Não assaltaram… quiseram apenas assistir ao jogo. E perderam a cabeça. Dizem que “desacataram e depredaram o patrimônio”!!! E se tanto fizeram, são delitos que não levam o infrator à prisão, nem justifica a deportação, ainda mais “de plano”. A Constituição Brasileira garante-lhes o amplo direito de defesa e o devido processo legal. Não podem sofrer a pena de deportação.
O DIREITO DE FICAR, VER E TORCER
Têm esses torcedores chilenos que vieram ao Brasil o amplo e irrestrito direito de aqui permanecerem entre nós, assistirem aos jogos e depois retornarem ao seu país de origem. Sabe-se que em Direito Penal não há analogia. A lei define se uma conduta é ou não é criminosa, ou contravencional.
Mas indaga-se: se o furto quando é famélico não constitui crime, por que, então, criminalizar e deportar nossos irmãos que viajaram ao Brasil para assistirem e torcerem pela seleção de futebol do seu país? Eles aqui estão exclusivamente por isso. Nada mais que isso. E tomados de forte emoção e longe de casa, de suas famílias, de seus amigos…É inacreditável que para esses chilenos o Estatuto do Torcedor, que a Lei Geral da Copa revogou 29 de seus artigos, seja aplicado, sem piedade, sem compaixão, compreensão e razão.
O Brasil não pode deportar esses torcedores chilenos. Que sejam soltos, se presos ainda estiverem. Que circulem entre nós. Que assistam aos jogos. Que sejam carinhosamente tratados por nós, brasileiros. Presidente Dilma, não permita que o Brasil cometa a barbaridade de mandá-los de volta ao Chile. 
Dr. Beja, seu posicionamento JURÍDICO foi perfeito, pena que alguns leitores, deixem-se levar pela emoção e não pela razão, creio que o nobre colega deve lembra-los que inicialmente nossa constituição foi violada para a criação desse evento, que segundo as leis aprovadas, tornou a COPA um evento particular, tanto é que o policiamento dentro do estado não pode ser feito pela policia, assim se um estrangeiro INVADIU um evento particular somente pode ser deportado apos o devido processo legal, quanto ao dano ao patrimonio publico, nesse momento quem deve responder por isso junto ao estado (minusculo mesmo) é a FIFA, se a lei da copa permitir

fonte: http://tribunadaimprensa.com.br/a-deportacao-dos-torcedores-chilenos-e-gesto-desumano-e-prepotente/

sábado, 17 de maio de 2014

Revista alemã afirma que sonho da Copa no Brasil pode virar fiasco


"Spiegel" dedica dez páginas ao Mundial e prevê que país do futebol pode ter protestos e tiroteios em vez de festa. Maracanã, diz a reportagem, teve a alma roubada e é exemplo de como políticos se distanciaram do povo.
A um mês da Copa, a maior e mais importante revista da Alemanha, a Der Spiegel, faz uma previsão sombria sobre o Mundial no país do futebol. Com o título "Morte e jogos", o semanário traz em sua capa uma imagem da bola oficial do torneio em chamas caindo sobre o Rio de Janeiro. Em três matérias, que juntas somam dez páginas, é apresentado um retrato dos atrasos nas obras, da insatisfação dos brasileiros com os altos custos do evento e dos prováveis embates nas ruas das cidades-sede.
"Justamente no país do futebol, a Copa do Mundo pode virar um fiasco: protestos, greves e tiroteios em vez de festa", afirma a matéria, assinada pelo jornalista alemão Jens Glüsing e que leva o título de "Gol contra do Brasil". "As notícias serão sobre protestos e greves, problemas com infraestrutura e violência", prevê.
Enquanto na Alemanha os torcedores já estão vestindo a camisa da seleção nacional, e enfeites e adereços com as cores da bandeira estão à venda nas lojas, no país conhecido pelo carnaval, compara o jornalista, o clima é outro: "Nas favelas do Rio, policiais e traficantes se enfrentam de maneira sangrenta. Em São Paulo, gangues queimam ônibus quase todas as noites."
Para a Spiegel, o clima de festa só vai aparecer se a seleção brasileira vencer o torneio. Mas, caso isso não aconteça, a revista questiona se o país viverá uma onda de violência: "Os jogos vão terminar em pancadaria nas ruas? Políticos e funcionários da Fifa serão perseguidos por uma multidão enfurecida?"
Da promessa a ilusão
A revista traça um paralelo entre o otimismo que tomou conta do país no início dos anos 2000, por conta dos números favoráveis da economia, e as dificuldades vividas pelo Brasil atual para crescer. Apesar da expansão da classe média, que cada vez consome mais e paga mais impostos, os sistemas de saúde e educação continuam sucateados, diz a reportagem, que prossegue: o transporte público é ruim e dois terços das residências no país não têm saneamento básico.
Spiegel avalia que o descontentamento da população com as condições de vida no país agora se mistura ao ódio à Fifa: "A alegria que se via antigamente com a Copa do Mundo transformou-se em irritação com o governo e com a organização". Exemplo disso, diz o texto, pôde ser observado nos protestos que tomaram conta do país em junho do ano passado, durante a Copa das Confederações.
"Caçando elefantes brancos"
Em outra matéria, intitulada "Caçando elefantes brancos", a Spiegel ressalta os valores estratosféricos gastos com a construção de novos estádios – "cerca de 2,7 bilhões de euros (...), talvez até mais, ninguém sabe ao certo", alfineta a revista, destacando que o Tribunal de Contas da União, o Ministério do Esporte e o Portal da Transparência do governo revelam valores distintos. "Nenhum país gastou tanto com a Copa. E quase tudo foi pago com dinheiro público."
Enquanto isso, lembra a revista, dos 49 grandes projetos de construção que ficariam como importantes legados do torneio, 13 sequer saíram do papel ou foram drasticamente reduzidos. Entre eles, o trem-bala ligando o Rio a São Paulo, ressalta o semanário alemão.
Assinada pelos jornalistas Jens Glüsing e Maik Grossekathöfer, a matéria diz que a reforma do Maracanã é um exemplo de "como os políticos se distanciaram do povo", citando as palavras de um professor americano que vive no Rio há cinco anos. A antiga casa do futebol brasileiro "teve sua alma roubada", diz a publicação.

Spiegel conta que o estádio, construído em 1950, era um símbolo contra o racismo e a ditadura. "A arquibancada era redonda para que todos pudessem ter a mesma visão do estádio. Não havia divisões. Quando as equipes trocavam de lado, os torcedores davam a volta", continua.
"E todos podiam entrar. Duzentas mil pessoas cabiam no Maracanã, era o maior estádio do mundo. Os ingressos no anel inferior eram tão baratos que até mesmo mendigos podiam comprá-los. Os franceses tinham a Torre Eiffel. Os americanos, a Estátua da Liberdade. Os brasileiros, o Maracanã."
Após diversas reformas ao longo dos anos, o estádio virou um shopping center com grama no meio, critica a revista, e os ingressos mais baratos custam 80 reais. "Hoje o Maracanã tem a cara de qualquer estádio da Fifa. Podia estar em Londres, em Frankfurt ou em Yokohama", lamenta a reportagem. "É uma arena para a televisão, e não para os brasileiros. É um assassinato cultural".
Violência intrínseca
Spiegel traz ainda uma entrevista com o escritor brasileiro Luiz Ruffato sob o título "Sempre fomos violentos". Nela, o escritor ressalta os conflitos que marcaram a história do Brasil – extermínio de índios, escravidão, ditadura – e que, para ele, marcaram a sociedade brasileira.
Ruffato causou grande polêmica no ano passado durante a Feira do Livro em Frankfurt , quando o Brasil foi o homenageado do evento. Ele discursou sobre as injustiças sociais e as desigualdades do país, o qual para ele é paradoxal – ora visto como exótico e paradisíaco, ora como um local execrável e violento.

FONTE : http://www.dw.de/revista-alemã-afirma-que-sonho-da-copa-no-brasil-pode-virar-fiasco/a-17630426
VEJA TAMBEM :

Embaixada brasileira em Berlim é apedrejada por grupo de encapuzados




terça-feira, 13 de maio de 2014

ALDO REBELO COMPARA BRASIL E IRAQUE


O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, chamou a atenção da imprensa inglesa ao 

assegurar aos torcedores do país que o Brasil é mais seguro do que o Iraque


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fonte:

segunda-feira, 12 de maio de 2014

REPÓRTER ESCREVE SEVERAS CRITICAS A PELÉ E ATINGE MILHÕES DE PESSOAS


REPÓRTER ESCREVE SEVERAS CRITICAS A PELÉ 
E ATINGE MILHÕES DE PESSOAS 
ATÉ AONDE UM SER HUMANO  PODE CHEGAR , SE É QUE SE PODE 
CHAMAR ISSO DE HUMANO .

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Lula diz que Dilma não deve temer protestos na Copa


Em discurso durante uma cerimônia em Santo André, na Grande São Paulo, nesta quarta-feira (30), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a realização da Copa do Mundo no Brasil e disse não ter medo de manifestações durante o evento.
— Não temos que ter preocupação se vai ter passeata ou protesto. Imagina se nessa altura do campeonato, com 68 anos, dos quais 38 fazendo protesto, eu vou ter medo de protesto? A Dilma com 20 anos, a 'bichinha' estava presa, foi torturada, tomou choque pra tudo quanto é lugar, por protestar. Ela agora vai ter medo de protesto? [...] Quem quiser protestar que proteste. O que nós temos que garantir é a realização da Copa do Mundo. Garantir e torcer para que o Brasil não dê o vexame de 1950. Aí vai ter protesto.
Admitindo estar mais calado quanto a temas polêmicos, o ex-presidente opinou sobre as manifestações promovidas recentemente no Brasil.
— Essa juventude que muitas vezes faz rebeldia sem saber o porquê precisaria discutir um pouco mais de política.
Ele também comentou o ato de racismo contra o jogador de futebol Daniel Alves nesta última semana.
— O que explica um cafajeste jogar uma banana no campo no Daniel Alves no jogo do Barcelona, se não é a ignorância sólida de um ser humano?
Dilma promete manter valorização do mínimo e critica defensores do arrocho salarial
O ex-presidente recebeu o título de Cidadão Honorário de Santo André do prefeito da cidade, Carlos Grana (PT). A ministra do planejamento, Miriam Belchior, também esteve presente na solenidade. Ele disse estar viajando pelo mundo para fazer um “confronto” à imagem negativa que estaria sendo criada do Brasil em decorrência das críticas à organização da Copa do Mundo.
— O que nós temos que compreender é que uma Copa do Mundo não se trata de dinheiro. Eu vejo as pessoas tentando justificar [as críticas] dizendo que vai entrar R$ 2 bilhões, 3 bilhões, 4 bilhões. Não importa quanto vai entrar. A Copa do Mundo é um estado, um encontro de civilizações em que o Brasil tem que mostrar a sua cara do jeito que é, o nosso povo do jeito que é. Nós não temos que esconder ninguém.
Recados à oposição
O ex-presidente citou ainda programas feitos durante as gestões do PT no governo federal e mandou um recado aos opositores.
— Eles que não gostam de nós e têm preconceito contra o PT não é pelas coisas erradas que nós fazemos, é pelas coisas certas. Porque o Prouni [Programa Universidade para Todos] e o Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] permitem que a filha da emprega doméstica possa ser médica, que o filho do pedreiro possa ser engenheiro, que o filho do jardineiro do cemitério possa ser diplomata.
Lula também criticou a abordagem da imprensa sobre as políticas realizadas durante a sua gestão e a atual gestão de Dilma à frente do Palácio do Planalto.
— Fico imaginando como imprensa me tratava quando eu era presidente, fico vendo como é que a imprensa trata a Dilma no governo. Eles não precisam falar bem de nós, não estamos pedindo, nós só queríamos que falassem a verdade, que não traduzissem as palavras, mas que as publicassem, tal como nós a proferimos. Quando eu falava ‘menas’ laranja eles [da imprensa] publicavam.

VOLUNTÁRIOS DA COPA , VERGONHA


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