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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
O maior financiador da campanha da Dilma em 2010 QUER DAR CALOTE
O banco Itaú informou na segunda-feira, 03/02, que foi autuado pela Receita Federal na semana passada por uma dívida de R$ 18,7 bilhões referentes a impostos que não foram pagos por conta da fusão com o Unibanco, em 2008. A cobrança se deve à operação contábil da fusão e, segundo o próprio banco, a Receita aplicou uma multa de R$ 11,845 bilhões, relativo ao Imposto de Renda, e R$ 6,8 bilhões em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, acrescidos de multa e juros.
No comunicado, o Itaú informa que vai recorrer junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais e que considera remoto o risco de perda na cobrança. O banco ressalta ainda que a fusão feita em 2008 foi aprovada pelos acionistas das instituições e sancionada, posteriormente, pelas autoridades competentes.
Os representantes do banco que foram ao Fórum de Davos, na Suíça, falaram que as contas do governo brasileiro eram frágeis. Agora, de volta ao Brasil, os banqueiros não cumprem sua parte e não querem quitar o que devem à Receita Federal. Dados divulgados por economistas dão conta que, desde a operação Unibanco, o Itaú acumula lucros que superam R$ 62 bilhões.
O Itaú alega, conforme a nota divulgada no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que as operações realizadas em 2008 foram legítimas, “no estrito cumprimento dos requisitos normativos, e que continuará tomando todas as medidas necessárias à defesa de seus interesses e de seus acionistas". Ou seja, mesmo nadando em dinheiro, os banqueiros do Itaú projetam um bilionário calote na Receita Federal.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Governo eleva imposto sobre bebidas para arrecadar R$ 200 mi
Governo eleva imposto sobre bebidas para arrecadar R$ 200 mi
Aumento dos tributos estava programado desde 2012, mas, por conta da pressão sobre a inflação, havia a expectativa de que fosse adiado mais uma vez
A partir desta terça-feira (1º), a tributação que incide sobre bebidas frias terá um aumento, confirmou o Ministério da Fazendo ao jornal O Estado de S. Paulo.
A elevação dos tributos sobre cerveja, água, isotônicos e refrigerantes estava programada desde 2012, mas, por conta da pressão sobre a inflação, havia a expectativa de que fosse adiada mais uma vez. O aumento estimado da carga tributária é de 1,5%. Esse percentual deve impulsionar uma arrecadação de R$ 200 milhões até o final do ano, disse o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, ao Estadão.
Segundo o jornal, o impacto desse aumento para o consumidor ficará a critério das empresas. As fábricas podem manter o preço congelado e absorves o aumento dos tributos. A Receita Federal iniciou em outubro de 2012 a implementação de um aumento da base de calcula do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e Cofins incidentes sobre bebidas frias. A programação previa que os reajustes ocorreriam a cada seis meses, nos meses de abril e outubro. No ano passado, apenas o primeiro aumento foi feito, contudo.
A elevação dos tributos sobre cerveja, água, isotônicos e refrigerantes estava programada desde 2012, mas, por conta da pressão sobre a inflação, havia a expectativa de que fosse adiada mais uma vez. O aumento estimado da carga tributária é de 1,5%. Esse percentual deve impulsionar uma arrecadação de R$ 200 milhões até o final do ano, disse o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, ao Estadão.
Segundo o jornal, o impacto desse aumento para o consumidor ficará a critério das empresas. As fábricas podem manter o preço congelado e absorves o aumento dos tributos. A Receita Federal iniciou em outubro de 2012 a implementação de um aumento da base de calcula do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e Cofins incidentes sobre bebidas frias. A programação previa que os reajustes ocorreriam a cada seis meses, nos meses de abril e outubro. No ano passado, apenas o primeiro aumento foi feito, contudo.
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